domingo, 5 de abril de 2009

RUBÉOLA

O que é?
Doença infecciosa causada por vírus (classificado como um togavírus do gênero Rubivirus), que acomete crianças e adultos, embora esteja entre as que os médicos comumente denominam como próprias da infância. Trata-se de doença comumente benigna que cursa com febre, “rash” (manchas tipo “urticária” na pele) que dura aproximadamente três dias e aumento de gânglios linfáticos (linfonodomegalias para os médicos e ínguas para os leigos) embora possa apresentar-se de forma “subclínica” (quando o paciente praticamente não sente nada). Pode tornar-se potencialmente grave quando acomete mulheres grávidas, pois pode causar mal-formações no feto, sobretudo quando contamina gestantes no primeiro trimestre. Raramente pode ser causa de inflamação em articulações (artrite) em adultos. Outra designação que os médicos comumente usam para doenças virais que causam manchas na pele como a rubéola é de viroses exantemáticas (que causam exantema que é a expressão médica para designar as manchas da pele).

Como se adquire?
Através da inalação de gotículas de secreção nasal de pessoas contaminadas que contém o vírus ou via sangüínea, no caso do feto, a partir da mãe grávida. Os períodos mais “contaminantes” ocorrem desde 10 dias antes do “rash” até 15 dias após o seu surgimento. Crianças nascidas com rubéola, por contágio da mãe grávida (rubéola congênita) podem permanecer fonte de contágio por muitos meses.

O que se sente?
Após o contágio leva-se em média 18 dias até ter o primeiro sintoma (período de incubação). A apresentação inicial é em geral indistinguível de uma gripe comum e dura de 7 a 10 dias com febre, dores nos músculos e articulações, prostração, dores de cabeça e corrimento nasal transparente até o surgimento das ínguas (linfonodomegalias) e posteriormente o “rash” (manchas na pele), que duram três dias e desaparecem sem deixar seqüelas, estes dois últimos achados com início na face e no pescoço e disseminação pelo tronco até a periferia.

Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico clínico (pelo conjunto dos sintomas e achados ao exame físico feito pelo médico) somente é confiável em vigência de epidemia, uma vez que os sintomas são comuns a muitas viroses, inclusive a gripe comum, e as manchas de pele também são achados de um significativo número de viroses (mononucleose, sarampo, dengue, etc). E é justamente esta a forma mais freqüente de diagnóstico. Naqueles casos em que há necessidade de precisão no diagnóstico (excluir doenças mais graves que determinarão intervenções e/ou tratamentos) dispõe-se de exames de detecção de anticorpos (substâncias que o nosso corpo produz contra o vírus da rubéola) no sangue que são bem mais específicos e sensíveis.

Como se trata?
Não há tratamento específico antiviral. Poucos pacientes demandam tratamentos sintomáticos, em geral analgésicos comuns controlam as dores articulares e musculares ou febre.

Como se previne?
Para diminuir a circulação do vírus da rubéola, a vacinação é muito importante, a qual é recomendada de rotina aos 15 meses de idade (vacina MMR) e para todos os adultos que ainda não tiveram contato com a doença (vacinação de bloqueio). Gestantes não podem ser vacinadas e as mulheres vacinadas devem evitar a gestação até o mês seguinte à vacinação. Isolamento: todas as crianças e adultos devem ficar afastados de outras pessoas durante o período da doença.
As gestantes devem fazer controle por exames de sangue quando necessário.
Para as pessoas hospitalizadas é feito isolamento até a cura da doença.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico?
Quando algum familiar for portador de rubéola a preocupação maior recairá sobre mulheres grávidas e potencialmente grávidas que eventualmente entrem em contato com o portador da infecção. O que fazer em caso de contato?

(Professora: Tatiane Fontana Oliveira. Fonte: www. abcdasaude.com.br)

Perfumes: você sabe de onde vem o cheiro que está usando?



Os perfumes têm sido parte da vida civilizada há vários séculos, tanto para os homens como para as mulheres. Todos nós temos preferências por determinados aromas, os quais podem suscitar emoções ou mudar o humor.
A fragrância de um perfume é um complexo sistema de substâncias originalmente extraídas de óleos essenciais de algumas plantas tropicais ou de alguns animais selvagens. Uma vez identificados os componentes de um óleo essencial, os químicos podem fabricá-los sinteticamente (em laboratórios) e torná-los mais baratos. Os produtos sintéticos talvez nunca substituam completamente os naturais (perfumes caros usam estes apenas para acentuar o aroma dos óleos naturais, os óleos de patchouli e sândalo ainda não encontraram substitutos satisfatórios), mas a química sintética tem contribuído para a preservação de certas espécies animais e vegetais que corriam risco de extinção devido à procura desenfreada de óleos essenciais.
Das plantas (matérias-primas vegetais) utiliza-se praticamente tudo: as flores (tuberosa e rosa), os caules e as folhas (gerânio e hortelã), os frutos (anis e coentro), as cascas dos frutos (laranja e limão), as sementes (aipo e salsa), as raízes (íris e vetiver), os espinhos e os ramos (pinheiro e cipreste), as ervas aromáticas (estragão e tomilho), as resinas e os bálsamos (mirra e incenso), as madeiras (sândalo e cedro) e as cascas (canela). As colheitas realizam-se no mundo inteiro e dependem das estações e da qualidade das plantas.
Das matérias-primas animais, existem quatro essências que provêm de mamíferos: o almíscar (produzido pelas glândulas sexuais do veado almiscareiro macho do Tibet), o castóreo (produto oleoso segregado no pêlo dos castores da Rússia e do Canadá), o âmbar cinzento (cálculo renal que a baleia cachalote rejeita naturalmente no litoral) e o gato-de-algália ou gato bravo da Etiópia (que fornece um produto perfumado retirado por curetagem anal).
Finalmente, cabe salientar que para algumas pessoas os perfumes não trazem sensações agradáveis: são aquelas que têm algum tipo de alergia aos ingredientes usados na formulação. Essências tais como as de anis, bergamota, canela, citronela, cravo, gerânio, hortelã, safrol, sassafrás, etc. podem originar dermatites (inflamação da pele), manchas cutâneas e febre dos fenos.

Tatiane Fontana Oliveira
Professora de Química – Escola General Osório
Pós-graduada em Educação Ambiental

“O Bom Professor...”

“O Bom Professor...”

Não falta ao trabalho.

Não desiste de nenhum estudante.

Concentra-se na aprendizagem dos alunos.

Planeja as aulas.

Mantém uma boa relação com as famílias.

Ensina os alunos a estudar.

Aprimora seus conhecimentos.

(Revista Nova Escola – Março/2009)

Visita ao Rio Puxiretê (Pulador) pelos alunos da Escola Floresta




Pela passagem do Dia Mundial da Água, os alunos da 3ª Série e do 3º Ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Floresta, acompanhados de suas respectivas professoras Rosemare Kohl e Neide Weihs, fizeram uma visita ao Rio Puxiretê (Pulador) que atravessa o bairro Floresta, no dia 23/03/09.

Durante a visita, os alunos puderam constatar o grau de poluição em que se encontra este rio e os diferentes meios poluidores, como o lixo jogado às margens e no leito, o esgoto lançado diretamente na água, sem nenhum tipo de tratamento e provocando mau cheiro.

O que mais chamou a atenção dos alunos foi uma cadeira de área e um cachorro morto, ambos dentro da água.
Além dos aspectos relacionados à poluição, destacou-se a importância da preservação da mata próxima ao rio e do plantio de novas árvores, cujas raízes servirão de sustentação às margens, evitando que o leito normal do nosso Puxiretê seja modificado.

É importante que todos tenham consciência da necessidade de preservação de nossas águas. O Puxiretê deverá ser num futuro bem próximo a água que beberemos.




Diversidade Cultural


No dia 01/04/2009 se fez presente na Escola Municipal de Ensino Fundamental Floresta, nos turnos da manhã e tarde, o Sr. José Castro, que realiza trabalhos voluntários em uma ONG do Peru. O mesmo já esteve em vários estados e nesta oportunidade, ao passar pelo Rio Grande do Sul, está visitando as escolas de nosso município.
Ele conversou com os alunos sobre as vestimentas, usos e costumes típicos de seu país. Ainda ressaltou em sua fala a importância da família e da escola na vida de todos.
Para encerrar, tocou várias músicas instrumentais.

Palestra sobre Água na Escola Floresta

Água: um bem precioso

Na noite do dia 24/03/09, os alunos da EJA da E.M.E.F. Floresta participaram de uma importante palestra proferida pela professora Dra. Vanessa Schwanke Fontana sobre a água.
A Dra. Vanessa expôs aos alunos, com auxílio de imagens e gráficos, muitas informações sobre este assunto, como a quantidade de água disponível no Planeta, as situações do nosso cotidiano e das indústrias onde mais se utiliza a água, a poluição ocasionalmente causada por estas mesmas situações de consumo, a necessidade do uso consciente da água, as Leis Ambientais que regem seu uso, o Aquífero Guarani, doenças mais comuns causadas pela poluição das águas e outros.
Algumas estatísticas apresentadas pela palestrante despertaram muita curiosidade entre os alunos:
* Para produzir:
01 barril de cerveja precisa de 1.800L de água
01 ton. de sabão precisa de 2.000L de água
01 ton. de aço precisa de 250.000L de água
01 ton. de papel precisa de 1 milhão de litros de água
01 ton. de borracha precisa de 2,75 milhões de litros de água

* 40% dos habitantes do planeta (2,4 bilhões) não têm acesso a serviços de Saneamento Básico (água tratada e esgoto) e 17% destes não têm acesso à água potável.

Necessitamos rever hábitos que colaboram com o desperdício da água, pois este é nosso bem mais precioso. Não podemos desperdiçar a água, mas sim usar de modo racional e eficiente este recurso.

Manual do Blogueiro

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Quem sou eu? hehehehe....

Eu sou a profe Tati, de Química... Fiz Especialização em Educação Ambiental.
Fazem 10 anos que dou aulas, sendo 7 deles aqui no General Osório.
Loira, simpática, espirituosa... Adoro o que faço!!!
Neste ano de 2009, estou diretora na Escola Municipal de Ensino Fundamental Floresta. Aceitei a oportunidade, quero fazer diferente, lutar por tudo o que acredito, melhorar a qualidade da nossa educação...
Beijos.